Robert capa o mais poderoso fotojornalista da frente

Robert Capa existia como um dos fotojornalistas mais atraentes do século XX e o fotojornalista mais talentoso em qualquer ambiente turbulento. Capa nasceu como Andre Friedman na linha judaica em Budapeste. O aumento de distúrbios diplomáticos deu-lhe o desejo de desistir da Hungria sem demora, e corri para Berlinek. Afinal, ele meditava em ser crítico, e não insistia deliberadamente com dialetos peculiares; logo depois anunciou que as fotografias que motivavam a realidade ao seu redor seriam os comentários mais curtos. Quando Hitler se juntou à equipe em 1933, Capa desapareceu em Paris, onde começou, mas coloquei permeações como Robert Capa. Naquela época, ele estava desenvolvendo um contato falso com Gerda Taro, com quem estava disposto a tomar divisões extraordinariamente letais. Ele tocou cinco cordas, e também naquela guerra familiar na Espanha, onde estava o abraço fictício do soldado em queda. Ele existiu no fotógrafo ideal que caiu na Normandia com seus aliados, durante a plataforma mais numerosa do palco. Ao lado do horizonte, a família Robert Capa telefonou para o ramo Magnum, que deu aos fotojornalistas o caminho da autonomia e hoje é uma agência verística terrivelmente ilustre no mundo. Capa se perdeu durante a ocupação da Indochina, como se ele fosse negligenciado.